Escrito por: Diário Digital Castelo Branco
A valência passa a acolher pessoas e famílias em situação de vulnerabilidade, marginalização e exclusão social, independentemente da origem ou nacionalidade.
À semelhança do que acontecia com a Estrutura de Acolhimento Temporário, é o ISS que fará o encaminhamento dos beneficiários para a Comunidade de Inserção, cujo acordo foi assinado em dezembro, cabendo à associação “proporcionar as condições para que desenvolvem competências sociais e profissionais, enquanto recebem o suporte necessário para reconstruir as suas vidas, com vista à integração”, explica Nelson Silva, Presidente do Conselho de Administração da Mutualista da Covilhã.
Com 18 camas, gabinetes e vários espaços de apoio, bem como um amplo espaço exterior, a Comunidade de Inserção está integrada na ISI – Iniciativa Social Integrada, nome dado ao conjunto de respostas e projetos concentrados na Casa Moura. O Gabinete de Inovação Social da instituição funciona também neste edifício. Entre o conjunto de respostas desenvolvidas pela ISI estão ainda dois Apartamentos de Autonomização localizados na cidade da Covilhã, com 5 vagas cada, que recebem jovens em transição para a idade adulta.
A EAT acolheu, ao longo de ano e meio de funcionamento, um total de 64 pessoas, das quais 36 já tinham saído em dezembro de 2024. Antes da EAT, a Casa Moura albergou uma Casa de Acolhimento Especializada (CAE) para Crianças e Jovens Estrangeiros Não Acompanhados (C/JENA), entre 2020 e 2022, primeira experiência da associação na área das Migrações que surgiu na sequência de um convite do Estado português. Foram 32 os jovens, de várias nacionalidades, que passaram pela CAE.
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